A avaliação é uma das etapas mais importantes dentro do processo de ensino-aprendizagem, além de ser extremamente necessária para que o professor tenha um retorno do quanto o aluno se desenvolveu dentro dos objetivos estabelecidos anteriormente.
Ao mesmo tempo ela serve também ao professor no sentido de mensurar seu próprio desenvolvimento com determinada turma e disciplina. Segundo Libaneo (1994, p. 195) “A avaliação é uma reflexão sobre o nível de qualidade do trabalho escolar tanto do professor como dos alunos”.
Esse nível de qualidade, de desenvolvimento deve ser transformado quantitativamente em números/notas (1, 2, 3 pontos) ou qualitativamente em adjetivos (fraco, regular, bom, muito bom, ótimo).
Aí residem dois perigos: um, na seleção da técnica avaliativa ou suporte avaliativo adequado, pois professor pode supor estar mensurando uma habilidade e na verdade aplica uma técnica que permite calcular o nível de habilidade do aluno.
Outro perigo está na transformação desse resultado obtido através da técnica aplicada em um número ou adjetivo. É uma linha muito subjetiva a que delimita e classifica um bom ou muito bom, uma nota 3 ou 4.
Sendo assim, uma função importante e ao mesmo tempo delicada, é necessária muita atenção por parte do docente, a fim de que ele não se utilize de uma técnica inadequada a qual pode distorcer a real capacidade do aluno diante dos objetivos pretendidos pelo professor.
Fonte: MOREIRA, Simone P. T; TAVARES, Carina C. Guia de Estudo: Pedagogia Digital. Varginha: GEaD-UNIS/MG, 2006. 79 p.
Ao mesmo tempo ela serve também ao professor no sentido de mensurar seu próprio desenvolvimento com determinada turma e disciplina. Segundo Libaneo (1994, p. 195) “A avaliação é uma reflexão sobre o nível de qualidade do trabalho escolar tanto do professor como dos alunos”.
Esse nível de qualidade, de desenvolvimento deve ser transformado quantitativamente em números/notas (1, 2, 3 pontos) ou qualitativamente em adjetivos (fraco, regular, bom, muito bom, ótimo).
Aí residem dois perigos: um, na seleção da técnica avaliativa ou suporte avaliativo adequado, pois professor pode supor estar mensurando uma habilidade e na verdade aplica uma técnica que permite calcular o nível de habilidade do aluno.
Outro perigo está na transformação desse resultado obtido através da técnica aplicada em um número ou adjetivo. É uma linha muito subjetiva a que delimita e classifica um bom ou muito bom, uma nota 3 ou 4.
Sendo assim, uma função importante e ao mesmo tempo delicada, é necessária muita atenção por parte do docente, a fim de que ele não se utilize de uma técnica inadequada a qual pode distorcer a real capacidade do aluno diante dos objetivos pretendidos pelo professor.
Fonte: MOREIRA, Simone P. T; TAVARES, Carina C. Guia de Estudo: Pedagogia Digital. Varginha: GEaD-UNIS/MG, 2006. 79 p.
Residia aí (na avaliação) minha maior descrença quanto ao Ensino à distância, hoje vejo que o modo com o qual é aplicada as avaliações, (parcialmente no fim de cada módulo)é o meio mais prático para detectar a qualidade de conteúdo que o aluno adquiriu. A realização de trabalhos no final de cada momento é um modo inteligente de acompanhamento, dessa forma o professor tem a capacidade de avaliar o progresso do aluno, permitindo a correção de distorção na aprendizagem.
ResponderExcluirA avaliação é o momento mais crítico no processo de ensino e aprendizagem. Em torno dele grativam diversas questões que permitem aferir a realidade do aluno, mas também do professor e do educandário. Penso que o maior desafio da escola/academia e incutir no imaginário do estudante que a avaliação é importante mas eventuais perdas ou resultados negativos devem servir de estimulo para alcançar melhorias naquilo que não foi bem assimilado.
ResponderExcluirEm nossa trajetória profissional, durante o lazer, a avaliação sempre se faz presente e inclui um julgamento de valor sobre nós mesmos, sobre o que estamos fazendo, sobre o resultado de trabalhos.
ResponderExcluirNa ação escolar, a avaliação incide sobre ações ou sobre objetos específicos - no caso, o aproveitamento do aluno ou nosso plano de ação.
Cláudio Araújo